Pesquisando o trabalho dos diretores de fotografia, estava pesquisando mais sobre Affonso Beato, e cheguei ao filme que virou mini série na globo, o Tempo e o Vento. E resolvi postar sobre esse filme que pra mim é uma das fotografias mais bem elaboradas dos últimos tempo. Fiquei de boca aberta ao ver esse filme lindo. E fiquei muito mais empolgado quando comecei a ler o making of do mesmo.
Making Of
FILME COMPLETO
13 de fevereiro de 2014
Making Of - Video Clipe - Mallu Magalhães - Música "Velha e Louca"
Making Of - Video Clipe - Mallu Magalhães - Música "Velha e Louca"
"Velha e Louca", da cantora Mallu Magalhães, é o novo clipe dirigido por Paulo Gandra, da Hungry Man.
A Hungry Man Projects e a Sony Music firmaram parceria para lançar o videoclipe em cinemas. O trabalho poderá ser conferido pelo público a partir desta sexta-feira (20), nas telonas das salas de cinema de todo o país.
"Dirigir um videoclipe sempre será uma experiência muito válida para um diretor de filmes publicitários, pela liberdade de poder criar e desenvolver uma linguagem diferente daquela com que costumamos trabalhar nos comercias, já que o trabalho sempre é feito de forma mais leve e informal", conta Gandra.
"Neste trabalho, fugimos do estereotipo padrão de clipes e não quisemos seguir um roteiro com uma história. Sugeri para Mallu e para o Marcelo Camelo (produtor do CD) desenvolvermos um trabalho com estética refinada, onde cada enquadramento e situação buscasse originar sensações ao espectador", afirma o diretor.
A inspiração para o trabalho, ainda segundo Gandra, foi a atriz francesa Brigitte Bardot. "Foi impressionante como a Mallu conseguiu embarcar nessa atmosfera. O resultado final está surpreendendo a todos e acredito que por meio dessa estreia, feita pela primeira vez nos cinemas, pessoas de diversas faixas etárias, que normalmente não teriam acesso ao clipe, irão conseguir embarcar nessa sensação. E o que é melhor: na grande telona do cinema e com som de qualidade", completa.
A ideia será viabilizada pela Mobz, especialista em desenvolvimento e distribuição de conteúdos especiais em cinema.
Armando Ruivo, sócio e vice-presidente de negócios da Hungry Man Projects, afirma que a exibição de videoclipes nas salas de cinema cria um novo formato comercial. "Esse novo caminho tem mão dupla: o ambiente cinema é propício para ações desta natureza em função do som e da tela. E, naturalmente cria-se um novo formato comercial, para marcas que queiram e tenham adequação com o artista/música", analisa.
11 de fevereiro de 2014
DIB LUTFI - DIRETOR DE FOTOGRAFIA
DIB LUTFI
Iniciei um processo de pesquisa sobre os diretores de fotografia brasileiros e um dos primeiros que comecei a pesquisar sobre sua obra e seu trabalho foi Dib Lutfi. Encontrei no youtube esse vídeo no qual tenta mostrar um pouco desse mito do cinema nacional, que soube fazer câmera uma extensão não só da sua visão, mas também do seu coração. Dib Lutfi.
Nascido em 1936, em Marília (SP), mudou-se para o Rio de Janeiro no fim da adolescência. Em 1957, começou a trabalhar como câmera na TV Rio. Mas foi com Esse mundo é meu (1963), de seu irmão Sérgio Ricardo, que estreou como câmera de cinema. O lema do Cinema Novo "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça" não teria sido o mesmo sem sua participação. Ele soube dar forma a ideias de diretores como Nelson Pereira dos Santos, com quem fez, entre outros, Fome de amor (1968) e Azyllo muito louco (1969), ambos premiados com o Candango de melhor fotografia no Festival de Brasília. Foi também graças a sua habilidade com a câmera na mão, que foi chamado por Glauber Rocha para operar a câmera de Terra em transe (1967).
Filmografia selecionada:
Diretor de fotografia
Castellar e Nelson Dantas no país dos generais (2008), de Carlos Alberto Prates Correia
Carreiras (2008), de Domingos Oliveira
Mein Freund, der Mörder (2006), de Peter Fleischmann
Carreiras (2005), de Domingos Oliveira
Feminices (2004), de Domingos Oliveira
500 almas (2004), de Joel Pizzini
Vida e obra de Ramiro Miguez (2002), de Alvarina Souza Silva
Castro Alves, retrato falado do poeta (1999), de Silvio Tendler
Bahia de todos os sambas (1996), de Leon Hisrzman
Vai trabalhar, vagabundo II (1991), de Hugo Carvana
Pra frente, Brasil (1981), de Roberto Farias
Tudo bem (1978), de Arnaldo Jabor
O casamento (1975), de Arnaldo Jabor
A lira do delírio (1973), de Walter Lima Jr.
Joana francesa (1973), de Carlos Diegues
Quando o carnaval chegar (1972), de Carlos Diegues
Os deuses e os mortos (1970), de Ruy Guerra. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Brasília.
Como era gostoso o meu francês (1970), de Nelson Pereira dos Santos
Os herdeiros (1970), de Carlos Diegues
Azyllo muito louco (1969), de Nelson Pereira dos Santos. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Brasília.
Fome de amor (1968), de Nelson Pereira dos Santos. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Brasília.
Opinião pública (1967), de Arnaldo Jabor
Edu, coração de ouro (1967), de Domingos Oliveira
ABC do amor (1966), de Eduardo Coutinho
Operador de câmera
Harmada (2005), de Maurice Capovilla
Pra frente, Brasil (1981), de Roberto Farias
A lira do delírio (1973), de Walter Lima Jr.
Como era gostoso o meu francês (1970), de Nelson Pereira dos Santos
Edu, coração de ouro (1967), de Domingos Oliveira
Terra em transe (1967), de Glauber Rocha
ABC do amor (1966), de Eduardo Coutinho
Esse mundo é meu (1963), de Sérgio Ricardo
No Documentário:
Cenas antológicas mostram a habilidade com que Dib Lutfi opera uma câmera.
Um documentário que conta a trajetória profissional do mitológico câmera brasileiro na visão de:
Cacá Diegues, Nelson Pereira dos Santos, Ruy Guerra, Sérgio Ricardo, Paulo Cesas Saraceni, Mário Carneiro, Maurice Capovilla. Paulo José, Ana Maria Magalhães,Márcia Derraik, Carlos Ebert, Sérgio Sans, Luiz Carlos Lacerda, Domingos de Oliveira, Ana Murta e Beatriz Paiva.
Trilha sonora Ney Conceição - Um documentário de William de Oliveira
Iniciei um processo de pesquisa sobre os diretores de fotografia brasileiros e um dos primeiros que comecei a pesquisar sobre sua obra e seu trabalho foi Dib Lutfi. Encontrei no youtube esse vídeo no qual tenta mostrar um pouco desse mito do cinema nacional, que soube fazer câmera uma extensão não só da sua visão, mas também do seu coração. Dib Lutfi.
Nascido em 1936, em Marília (SP), mudou-se para o Rio de Janeiro no fim da adolescência. Em 1957, começou a trabalhar como câmera na TV Rio. Mas foi com Esse mundo é meu (1963), de seu irmão Sérgio Ricardo, que estreou como câmera de cinema. O lema do Cinema Novo "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça" não teria sido o mesmo sem sua participação. Ele soube dar forma a ideias de diretores como Nelson Pereira dos Santos, com quem fez, entre outros, Fome de amor (1968) e Azyllo muito louco (1969), ambos premiados com o Candango de melhor fotografia no Festival de Brasília. Foi também graças a sua habilidade com a câmera na mão, que foi chamado por Glauber Rocha para operar a câmera de Terra em transe (1967).
Filmografia selecionada:
Diretor de fotografia
Castellar e Nelson Dantas no país dos generais (2008), de Carlos Alberto Prates Correia
Carreiras (2008), de Domingos Oliveira
Mein Freund, der Mörder (2006), de Peter Fleischmann
Carreiras (2005), de Domingos Oliveira
Feminices (2004), de Domingos Oliveira
500 almas (2004), de Joel Pizzini
Vida e obra de Ramiro Miguez (2002), de Alvarina Souza Silva
Castro Alves, retrato falado do poeta (1999), de Silvio Tendler
Bahia de todos os sambas (1996), de Leon Hisrzman
Vai trabalhar, vagabundo II (1991), de Hugo Carvana
Pra frente, Brasil (1981), de Roberto Farias
Tudo bem (1978), de Arnaldo Jabor
O casamento (1975), de Arnaldo Jabor
A lira do delírio (1973), de Walter Lima Jr.
Joana francesa (1973), de Carlos Diegues
Quando o carnaval chegar (1972), de Carlos Diegues
Os deuses e os mortos (1970), de Ruy Guerra. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Brasília.
Como era gostoso o meu francês (1970), de Nelson Pereira dos Santos
Os herdeiros (1970), de Carlos Diegues
Azyllo muito louco (1969), de Nelson Pereira dos Santos. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Brasília.
Fome de amor (1968), de Nelson Pereira dos Santos. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Brasília.
Opinião pública (1967), de Arnaldo Jabor
Edu, coração de ouro (1967), de Domingos Oliveira
ABC do amor (1966), de Eduardo Coutinho
Operador de câmera
Harmada (2005), de Maurice Capovilla
Pra frente, Brasil (1981), de Roberto Farias
A lira do delírio (1973), de Walter Lima Jr.
Como era gostoso o meu francês (1970), de Nelson Pereira dos Santos
Edu, coração de ouro (1967), de Domingos Oliveira
Terra em transe (1967), de Glauber Rocha
ABC do amor (1966), de Eduardo Coutinho
Esse mundo é meu (1963), de Sérgio Ricardo
No Documentário:
Cenas antológicas mostram a habilidade com que Dib Lutfi opera uma câmera.
Um documentário que conta a trajetória profissional do mitológico câmera brasileiro na visão de:
Cacá Diegues, Nelson Pereira dos Santos, Ruy Guerra, Sérgio Ricardo, Paulo Cesas Saraceni, Mário Carneiro, Maurice Capovilla. Paulo José, Ana Maria Magalhães,Márcia Derraik, Carlos Ebert, Sérgio Sans, Luiz Carlos Lacerda, Domingos de Oliveira, Ana Murta e Beatriz Paiva.
Trilha sonora Ney Conceição - Um documentário de William de Oliveira
27 de janeiro de 2014
Moderna para Sempre - Enfrevista German Lorca - Fotoclube - Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú
Entrevista com o fotógrafo German Lorca, em que ele discorre sobre seu
processo criativo e sobre sua participação no Foto Cine Clube
Bandeirante.
A mostra Moderna para Sempre -- Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú, que chega pela primeira vez ao Itaú Cultural, em São Paulo (SP), foi pensada para dar visibilidade nacional à vertente fotográfica do acervo de obras de arte do Itaú Unibanco. Estará aberta à visitação de 25 de janeiro a 09 de março.
Desde 2010, a exposição já passou por sete cidades — Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém e Ribeirão Preto, no Brasil, além de Assunção, no Paraguai, e Cidade do México, no México.
O Acervo Itaú tem 124 obras modernistas, destacando trabalhos realizados entre as décadas de 1940 e 1970, como os do Foto Cine Clube Bandeirante, criado em 1939.
A seleção é do curador e fotógrafo Iatã Cannabrava e inclui trabalhos de mestres como José Yalenti, José Oiticica Filho, Geraldo de Barros, Marcel Giró, Thomaz Farkas, German Lorca, Ademar Manarini e Paulo Pires. A reunião é também uma oportunidade de oferecer uma ação educacional focada na importância do movimento modernista para a cultura e a identidade brasileiras.
Créditos:
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenação de Conteúdo Audiovisual: Kety Fernandes
Produção Audiovisual: Caroline Rodrigues
Vídeo: Alícia Peres Fotografia
Edição: Karina Fogaça
Entrevista: Jacqueline Elise Wittmann
A mostra Moderna para Sempre -- Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú, que chega pela primeira vez ao Itaú Cultural, em São Paulo (SP), foi pensada para dar visibilidade nacional à vertente fotográfica do acervo de obras de arte do Itaú Unibanco. Estará aberta à visitação de 25 de janeiro a 09 de março.
Desde 2010, a exposição já passou por sete cidades — Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém e Ribeirão Preto, no Brasil, além de Assunção, no Paraguai, e Cidade do México, no México.
O Acervo Itaú tem 124 obras modernistas, destacando trabalhos realizados entre as décadas de 1940 e 1970, como os do Foto Cine Clube Bandeirante, criado em 1939.
A seleção é do curador e fotógrafo Iatã Cannabrava e inclui trabalhos de mestres como José Yalenti, José Oiticica Filho, Geraldo de Barros, Marcel Giró, Thomaz Farkas, German Lorca, Ademar Manarini e Paulo Pires. A reunião é também uma oportunidade de oferecer uma ação educacional focada na importância do movimento modernista para a cultura e a identidade brasileiras.
Créditos:
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenação de Conteúdo Audiovisual: Kety Fernandes
Produção Audiovisual: Caroline Rodrigues
Vídeo: Alícia Peres Fotografia
Edição: Karina Fogaça
Entrevista: Jacqueline Elise Wittmann
Moderna Para Sempre - Rubens Fernandes - Fotoclube Bandeirantes
Confira aqui a entrevista com o pesquisador e crítico Rubens Fernandes,
que dá uma aula sobre a fotografia modernista brasileira. São
aprofundadas as questões do pictorialismo, da formação do Foto Cine
Clube Bandeirante e da estética radical que emergiu dele.
A mostra Moderna para Sempre -- Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú, que chega pela primeira vez ao Itaú Cultural, em São Paulo (SP), foi pensada para dar visibilidade nacional à vertente fotográfica do acervo de obras de arte do Itaú Unibanco. Estará aberta à visitação de 25 de janeiro a 09 de março.
Desde 2010, a exposição já passou por sete cidades — Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém e Ribeirão Preto, no Brasil, além de Assunção, no Paraguai, e Cidade do México, no México.
O Acervo Itaú tem 124 obras modernistas, destacando trabalhos realizados entre as décadas de 1940 e 1970, como os do Foto Cine Clube Bandeirante, criado em 1939.
A seleção é do curador e fotógrafo Iatã Cannabrava e inclui trabalhos de mestres como José Yalenti, José Oiticica Filho, Geraldo de Barros, Marcel Giró, Thomaz Farkas, German Lorca, Ademar Manarini e Paulo Pires. A reunião é também uma oportunidade de oferecer uma ação educacional focada na importância do movimento modernista para a cultura e a identidade brasileiras.
Créditos:
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenação de Conteúdo Audiovisual: Kety Fernandes
Produção Audiovisual: Caroline Rodrigues
Vídeo: Alícia Peres Fotografia
Edição: Karina Fogaça
Entrevista: Iatã Cannabrava
A mostra Moderna para Sempre -- Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú, que chega pela primeira vez ao Itaú Cultural, em São Paulo (SP), foi pensada para dar visibilidade nacional à vertente fotográfica do acervo de obras de arte do Itaú Unibanco. Estará aberta à visitação de 25 de janeiro a 09 de março.
Desde 2010, a exposição já passou por sete cidades — Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém e Ribeirão Preto, no Brasil, além de Assunção, no Paraguai, e Cidade do México, no México.
O Acervo Itaú tem 124 obras modernistas, destacando trabalhos realizados entre as décadas de 1940 e 1970, como os do Foto Cine Clube Bandeirante, criado em 1939.
A seleção é do curador e fotógrafo Iatã Cannabrava e inclui trabalhos de mestres como José Yalenti, José Oiticica Filho, Geraldo de Barros, Marcel Giró, Thomaz Farkas, German Lorca, Ademar Manarini e Paulo Pires. A reunião é também uma oportunidade de oferecer uma ação educacional focada na importância do movimento modernista para a cultura e a identidade brasileiras.
Créditos:
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenação de Conteúdo Audiovisual: Kety Fernandes
Produção Audiovisual: Caroline Rodrigues
Vídeo: Alícia Peres Fotografia
Edição: Karina Fogaça
Entrevista: Iatã Cannabrava
Moderna para Sempre - Fotoclubismo - Itaú Cultural
Entrevista com Iatã Cannabrava - curador da exposição Moderna para
Sempre - em que ele aprofunda as questões estéticas e contextuais do
modernismo brasileiro na fotografia.
A mostra Moderna para Sempre -- Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú, que chega pela primeira vez ao Itaú Cultural, em São Paulo (SP), foi pensada para dar visibilidade nacional à vertente fotográfica do acervo de obras de arte do Itaú Unibanco. Estará aberta à visitação de 25 de janeiro a 09 de março.
Desde 2010, a exposição já passou por sete cidades — Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém e Ribeirão Preto, no Brasil, além de Assunção, no Paraguai, e Cidade do México, no México.
O Acervo Itaú tem 124 obras modernistas, destacando trabalhos realizados entre as décadas de 1940 e 1970, como os do Foto Cine Clube Bandeirante, criado em 1939.
A seleção é do curador e fotógrafo Iatã Cannabrava e inclui trabalhos de mestres como José Yalenti, José Oiticica Filho, Geraldo de Barros, Marcel Giró, Thomaz Farkas, German Lorca, Ademar Manarini e Paulo Pires. A reunião é também uma oportunidade de oferecer uma ação educacional focada na importância do movimento modernista para a cultura e a identidade brasileiras.
Créditos:
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenação de Conteúdo Audiovisual: Kety Fernandes
Produção Audiovisual: Caroline Rodrigues
Vídeo: Alícia Peres Fotografia
Edição: Karina Fogaça
Entrevista: Jacqueline Elise Wittmann
A mostra Moderna para Sempre -- Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú, que chega pela primeira vez ao Itaú Cultural, em São Paulo (SP), foi pensada para dar visibilidade nacional à vertente fotográfica do acervo de obras de arte do Itaú Unibanco. Estará aberta à visitação de 25 de janeiro a 09 de março.
Desde 2010, a exposição já passou por sete cidades — Fortaleza, Porto Alegre, Belo Horizonte, Belém e Ribeirão Preto, no Brasil, além de Assunção, no Paraguai, e Cidade do México, no México.
O Acervo Itaú tem 124 obras modernistas, destacando trabalhos realizados entre as décadas de 1940 e 1970, como os do Foto Cine Clube Bandeirante, criado em 1939.
A seleção é do curador e fotógrafo Iatã Cannabrava e inclui trabalhos de mestres como José Yalenti, José Oiticica Filho, Geraldo de Barros, Marcel Giró, Thomaz Farkas, German Lorca, Ademar Manarini e Paulo Pires. A reunião é também uma oportunidade de oferecer uma ação educacional focada na importância do movimento modernista para a cultura e a identidade brasileiras.
Créditos:
Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira
Coordenação de Conteúdo Audiovisual: Kety Fernandes
Produção Audiovisual: Caroline Rodrigues
Vídeo: Alícia Peres Fotografia
Edição: Karina Fogaça
Entrevista: Jacqueline Elise Wittmann
23 de janeiro de 2014
Vidas Secas - 1963
Vidas secas é um filme brasileiro de 1963, do gênero drama, dirigido por Nelson Pereira dos Santos para a Herbert Richers. O roteiro é baseado no livro homônimo de Graciliano Ramos. De acordo com os letreiros inicias, as filmagens foram em Minador do Negrão e Palmeira dos Índios, sertão de Alagoas.
Foi o único filme brasileiro a ser indicado pelo British Film Institute como uma das 360 obras fundamentais em uma cinemateca. Neste filme fica perceptível a influência marcante do neo-realismo italiano na obra do diretor Nelson Pereira dos Santos e o filme se tornou um dos mais conhecidos do movimento chamado de Cinema Novo, que abordava problemas sociais do Brasil
SINOPSE
Em 1941, pressionados pela seca, uma família de retirantes composta por Fabiano, Sinhá Vitória, o menino mais velho, o menino mais novo e a cachorra Baleia, atravessa o sertão em busca de meios para sobreviver. Seguindo um rio seco, eles chegam a um casebre abandonado nas terras do fazendeiro Miguel, quando em seguida há uma chuva. Com a recuperação dos pastos, o proprietário retorna com o gado, e a princípio os repele, mas Fabiano diz que é vaqueiro e que a família pode ajudar em vários serviços, então são aceitos. A família tem esperança de prosperar, Sinha Vitória sonha com uma cama com colchão de couro e Fabiano em ter seu próprio gado. Mas, ao final do primeiro ano de muito trabalho e dificuldades, perceberão que apesar de tudo, a miséria da família persiste e nova seca está para assolar novamente o sertão.
ELENCO
Átila Iório .... Fabiano
Genivaldo Lima
Gilvan Lima
Orlando Macedo .... soldado amarelo
Maria Ribeiro .... Sinha Vitória
Jofre Soares .... fazendeiro
Pedro Santos
Maria Rosa
José Leite
Antônio Soares
Clóvis Ramos
Gilvan Leite
Inácio Costa
Oscar Souza
Vanutério Maia
Arnaldo Chagas
Gileno Sampaio
Manoel Ordônio
Moacir Costa
Walter Mointeiro
PRÊMIOS
Festival de Cannes 1964 (França)
Recebeu o Prêmio do OCIC e o prêmio dos cinemas de arte.
Foi indicado à Palma de Ouro.
Resenha de Cinema de Gênova 1965 (Itália)
Foi o único filme brasileiro a ser indicado pelo British Film Institute como uma das 360 obras fundamentais em uma cinemateca. Neste filme fica perceptível a influência marcante do neo-realismo italiano na obra do diretor Nelson Pereira dos Santos e o filme se tornou um dos mais conhecidos do movimento chamado de Cinema Novo, que abordava problemas sociais do Brasil
SINOPSE
Em 1941, pressionados pela seca, uma família de retirantes composta por Fabiano, Sinhá Vitória, o menino mais velho, o menino mais novo e a cachorra Baleia, atravessa o sertão em busca de meios para sobreviver. Seguindo um rio seco, eles chegam a um casebre abandonado nas terras do fazendeiro Miguel, quando em seguida há uma chuva. Com a recuperação dos pastos, o proprietário retorna com o gado, e a princípio os repele, mas Fabiano diz que é vaqueiro e que a família pode ajudar em vários serviços, então são aceitos. A família tem esperança de prosperar, Sinha Vitória sonha com uma cama com colchão de couro e Fabiano em ter seu próprio gado. Mas, ao final do primeiro ano de muito trabalho e dificuldades, perceberão que apesar de tudo, a miséria da família persiste e nova seca está para assolar novamente o sertão.
ELENCO
Átila Iório .... Fabiano
Genivaldo Lima
Gilvan Lima
Orlando Macedo .... soldado amarelo
Maria Ribeiro .... Sinha Vitória
Jofre Soares .... fazendeiro
Pedro Santos
Maria Rosa
José Leite
Antônio Soares
Clóvis Ramos
Gilvan Leite
Inácio Costa
Oscar Souza
Vanutério Maia
Arnaldo Chagas
Gileno Sampaio
Manoel Ordônio
Moacir Costa
Walter Mointeiro
PRÊMIOS
Festival de Cannes 1964 (França)
Recebeu o Prêmio do OCIC e o prêmio dos cinemas de arte.
Foi indicado à Palma de Ouro.
Resenha de Cinema de Gênova 1965 (Itália)
Diretor Nelson Pereira dos Santos - Vidas Secas - Itaú Cultural - Sebo da Luz - Livros da coleção Aplausos
Continuo minha busca por conhecimento estudando o cinema nacional e internacional, e aos poucos vou me deparando com gênios que eu só ouvia falar por cima. Quanto mais fuço nesse Baú mágico chamado conhecimento...mais conhecimento eu tiro de dentro dele, e mais distante eu vou ficando de alcançar o fundo do mesmo...
Entrei em um sebo ontem e todos os livros estavam a um real.
Os discos de vinil a 2,50...
Imediatamente peguei seis livros sobre cinema e mais uns oito discos.
Perguntei ao velhinho dono da loja o porque dessa mega promoção?
E ele com os olhos cheios de lágrima me disse: - As pessoas não leem mais...
Ele não estava conseguindo pagar o aluguel. Eu por dó acabei comprando mais dois livros só para dar uma força para o senhorzinho.
Quem quiser dar um pulo no sebo do tiozinho é só descer na estação Luz do metro e ir sentido a santa Ifigênia. O nome do sebo é Sebo da Luz. Perto do prédio da Policia, poupa tempo.
Fuçando na internet hoje, encontrei gratuitamente a coleção inteira desses livros que eu comprei. Todos para download gratuitamente. Intitulada como Aplausos.
Enfim...eu não troco o folhear, o cheiro e a textura de um bom livro, pelo deslizar de um dedo em uma tela, na hora de ler. Mas se você curte ler digitalmente...segue o link da coleção Aplausos.
http://aplauso.imprensaoficial.com.br/lista-livros.php
Comecei a ler o primeiro livro dos seis que comprei. A maioria deles é da Coleção. O livro que estou lendo é o livro intitulado de (Livre Pensador) escrito por Marcelo Nadale. Onde conta a história do diretor Djalma Limongi, futuramente pretendo escrever um post apenas sobre ele.
No meio da história de sua vida, ele cita que em dado momento escreve para a folha, e um dos seus primeiros textos foi falando sobre o diretor renomado de vidas secas, 1968, Nelson pereira dos Santos. Logo lembrei que o mesmo diretor irá participar da semana inaugural da AIC, no qual já me inscrevi em todos os dias.
Entrei rapidamente no google e fui pesquisar um pouco mais sobre Nelson Pereira. Encontrei de cara esses vídeos do Itaú cultural onde o próprio Nelson, descreve seu processo de direção, além de trechos dos seus filmes.
Achei mais que necessário compartilhar aqui com os senhores essa série de documentários, intitulado como "Ocupação Nelson Pereira dos Santos".
Entrei em um sebo ontem e todos os livros estavam a um real.
Os discos de vinil a 2,50...
Imediatamente peguei seis livros sobre cinema e mais uns oito discos.
Perguntei ao velhinho dono da loja o porque dessa mega promoção?
E ele com os olhos cheios de lágrima me disse: - As pessoas não leem mais...
Ele não estava conseguindo pagar o aluguel. Eu por dó acabei comprando mais dois livros só para dar uma força para o senhorzinho.
Quem quiser dar um pulo no sebo do tiozinho é só descer na estação Luz do metro e ir sentido a santa Ifigênia. O nome do sebo é Sebo da Luz. Perto do prédio da Policia, poupa tempo.
Fuçando na internet hoje, encontrei gratuitamente a coleção inteira desses livros que eu comprei. Todos para download gratuitamente. Intitulada como Aplausos.
Enfim...eu não troco o folhear, o cheiro e a textura de um bom livro, pelo deslizar de um dedo em uma tela, na hora de ler. Mas se você curte ler digitalmente...segue o link da coleção Aplausos.
http://aplauso.imprensaoficial.com.br/lista-livros.php
Comecei a ler o primeiro livro dos seis que comprei. A maioria deles é da Coleção. O livro que estou lendo é o livro intitulado de (Livre Pensador) escrito por Marcelo Nadale. Onde conta a história do diretor Djalma Limongi, futuramente pretendo escrever um post apenas sobre ele.
No meio da história de sua vida, ele cita que em dado momento escreve para a folha, e um dos seus primeiros textos foi falando sobre o diretor renomado de vidas secas, 1968, Nelson pereira dos Santos. Logo lembrei que o mesmo diretor irá participar da semana inaugural da AIC, no qual já me inscrevi em todos os dias.
Entrei rapidamente no google e fui pesquisar um pouco mais sobre Nelson Pereira. Encontrei de cara esses vídeos do Itaú cultural onde o próprio Nelson, descreve seu processo de direção, além de trechos dos seus filmes.
Achei mais que necessário compartilhar aqui com os senhores essa série de documentários, intitulado como "Ocupação Nelson Pereira dos Santos".
22 de janeiro de 2014
Entrevista com Walter Carvalho
Bom galera,
Finalmente minha inscrição na AIC foi feita....estou muito ansioso para dar início a esse curso. Anos batalhando para isso e finalmente chegou o momento do meu primeiro contato com o cinema de verdade.
Para não chegar viajando nas aulas, dei início a um estudo particular sobre diretores de fotografia de cinema Brasileiro, meu intuito é de me aproximar cada vez mais dessa realidade que pra mim durante anos sempre foi algo muito distante....quem está na frente desse mercado....quais são os grandes mestres brasileiros...
Em meio a minhas buscas encontrei muito material bom sobre o assunto, aos poucos pretendo colocar aqui.
Para começar com o pé direito, vou colocar uma entrevista do Walter Carvalho, diretor de fotografia, e diretor de diversos filmes consagrados do nosso cinema, dentre alguns deles. Budapeste, Cazuza e Raul.
Espero que essa entrevista traga para vocês o mesmo prazer que eu tive ao assisti-la. Muito Foda!
Finalmente minha inscrição na AIC foi feita....estou muito ansioso para dar início a esse curso. Anos batalhando para isso e finalmente chegou o momento do meu primeiro contato com o cinema de verdade.
Para não chegar viajando nas aulas, dei início a um estudo particular sobre diretores de fotografia de cinema Brasileiro, meu intuito é de me aproximar cada vez mais dessa realidade que pra mim durante anos sempre foi algo muito distante....quem está na frente desse mercado....quais são os grandes mestres brasileiros...
Em meio a minhas buscas encontrei muito material bom sobre o assunto, aos poucos pretendo colocar aqui.
Para começar com o pé direito, vou colocar uma entrevista do Walter Carvalho, diretor de fotografia, e diretor de diversos filmes consagrados do nosso cinema, dentre alguns deles. Budapeste, Cazuza e Raul.
Espero que essa entrevista traga para vocês o mesmo prazer que eu tive ao assisti-la. Muito Foda!
14 de janeiro de 2014
Porta dos Fundos - BIOGRAFIA - Making of
Aí pessoal, devido a correria, segue uma atualização rápida. Making of do ultimo vídeo do porta.
Adolf Hitler (Braunau am Inn, 20 de abril de 1889 - Berlim, 30 de abril de 1945), também conhecido como Adolfinho, foi um militar, político e ditador nazista alemão que, entre outras coisas, era MA-LU-CO por chocolate. Não podia ver um brownie de nutella, que ele comia com fome, sem fome, depois de almoçar, não tinha hora. Uma paixão? Samambaias. Uma cor? Turquesa. Um segredo? Fumou maconha no colegial (mas não tragou).
Fonte: Adolf Hitler
Adolf Hitler (Braunau am Inn, 20 de abril de 1889 - Berlim, 30 de abril de 1945), também conhecido como Adolfinho, foi um militar, político e ditador nazista alemão que, entre outras coisas, era MA-LU-CO por chocolate. Não podia ver um brownie de nutella, que ele comia com fome, sem fome, depois de almoçar, não tinha hora. Uma paixão? Samambaias. Uma cor? Turquesa. Um segredo? Fumou maconha no colegial (mas não tragou).
Fonte: Adolf Hitler
Sony Action HDR-AS15 será que é melhor que a Go-Pro Hero 3? - Qual das duas eu compro? Qual a melhor?
Bom galera eu segurei esse post, pois tentei pesquisar um pouco mais sobre as duas cam antes de falar qualquer coisa. Antes de comprar cheguei a minha opinião. Mas antes de dizer qual eu acho a melhor fica o vídeo dos manos do audiovizuando e um pouco mais sobre essa câmera que tem dado o que falar.
Então, levando em consideração os vários aspectos com a entrega de imagem pelo wifi dela, as cores das imagens em relação a go pro, e o time lapse. Eu com certeza compraria ela.
Espero que tenham gostado do post, em breve teremos mais....grande abraço.
Di
Então, levando em consideração os vários aspectos com a entrega de imagem pelo wifi dela, as cores das imagens em relação a go pro, e o time lapse. Eu com certeza compraria ela.
Espero que tenham gostado do post, em breve teremos mais....grande abraço.
Di
10 de janeiro de 2014
MAKING OF - EMPREGADA - PORTA DOS FUNDOS
Aí galera segue mais um making do porta, se liguem no Filtro frente a luz para dar o efeito de luz entrando pela janela. Alí provavelmente é um arri de 500w.
Video: Empregada
Elas acordam às 5 da manhã, pegam busão lotado, chegam na tua casa antes de você acordar, limpam as cuecas que você deveria limpar, cozinham a larica da ponta do baseado que elas acharam na zona do teu quarto, são amigas dos seus filhos, dão comida pros seus filhos, algumas são comidas pelos seus filhos, enfim... elas salvam o seu dia. O mínimo que se pode fazer depois de tudo isso é entrar na brincadeira de vez em quando.
Video: Empregada
Elas acordam às 5 da manhã, pegam busão lotado, chegam na tua casa antes de você acordar, limpam as cuecas que você deveria limpar, cozinham a larica da ponta do baseado que elas acharam na zona do teu quarto, são amigas dos seus filhos, dão comida pros seus filhos, algumas são comidas pelos seus filhos, enfim... elas salvam o seu dia. O mínimo que se pode fazer depois de tudo isso é entrar na brincadeira de vez em quando.
5 de janeiro de 2014
Falando Sobre lentes! Por onde eu começo? Qual a melhor marca? Qual a diferença de tele, macro, normal? O que é objetiva?
Bom galera, pro post de hoje eu separei um material bem legal sobre lentes, eu ia montar um material pra vocês, mas como eu venho dizendo só vou criar algo novo quando realmente eu não achar na net algo de qualidade pra mostrar pra vocês...achei muita coisa sobre lentes, então visando isso vou soltando aos pouquinhos tudo que eu separei sobre essas belezuras.
Bom iniciei minha pesquisa como alguém que está aprendendo equipamentos e então, localizei um post do blog lomogracinha que é muito 10, e explica direitinho sobre esse assunto.
::::::::::::::::::::::::::::::::
Foto de Stopkidding
Primeiro, as lentes também são conhecidas como objetivas, então não se assuste quando ler esse termo. ;) Segundo, tente pensar que a lente é o mais importante do seu equipamento fotográfico, o corpo da câmera sempre vamos trocar ou ficará obsoleto, lentes quando bem cuidadas duram a vida toda e são elas que fazem o efeito, o zoom, o desfoque que você pretende dar na sua foto.
Agora precisamos entender as medidas e tipos de lentes:
Os mm são a distância focal da sua lente, é a medida que define o quanto você consegue “ver” a partir de uma lente. Eu só consegui entender bem como funcionava essa medida quando me disseram que a lente de 50mm é a mais parecida com o olhar humano. Ou seja, quando você olha uma cena, ela está “cortada” certo? Você só consegue ver até certo corte e não 360º por exemplo, as lentes funcionam do mesmo jeito.
A lente de 50mm é um pouco fechada, já a lente de 8mm é bem aberta. Isso quer dizer: quanto maior o valor, mais fechada, e menor o valor, mais aberta, mais conseguimos enxergar da mesma cena.
As distâncias focais ainda são divididas em alguns termos:
Abertura do diafragma é a outra medida da lente, e eu falei um pouquinho disso, nesse post do blog. A medida é dada em f, e na lente sempre está marcado o valor máximo de abertura daquela lente (f/1.8, f/4.6, etc).
Em algumas lentes são marcados dois valores, como na famosa lente do kit, a 18-55mm. Isso quer dizer que na menor distância focal (18mm) a abertura será f/3.5 e na maior distância focal (55mm), será f/5.6.
Já a menor abertura da lente geralmente é f/22, isso é quase regra pra todas as lentes, quer dizer que qualquer uma que você tiver consegue fechar bastante e ser bem escura.
Bem, aqui vou falar das lentes claras e escuras. As lentes claras têm abertura máxima entre f/1.4 e f/2.8, são boas para fotos com pouca iluminação e desfocam bem o fundo. Podem reparar que quanto maior a abertura da lente, mais desfocado seu fundo ficará, isso acontece porque entra mais luz na lente e acaba afetando a nitidez entre os planos principal e segundo plano (ou seja, seu assunto principal e o fundo dele). Pense naqueles exames chatos de vista, quando o colírio é pingado no olho e a vista dilatada, não vemos tudo embaçado? Isso é porque entra mais luz no nosso olho e não conseguimos ver tudo focado.
Preste atenção na diferença entre os fundos das duas fotos
As lentes consideradas escuras tem uma abertura acima de f/5.6, são boas para uma grande profundidade de campo (todos os objetos estão nítidos) e quando você não precisa se preocupar com a quantidade de luz.
E afinal, qual lente devo comprar?
Foto de Luke Photographer
Pra falar a verdade, qualquer lente consegue ser escura, mas nem todas são claras. De início, eu recomendaria a lente do kit (apesar do preconceito, dá pra aprender bastante com ela) e uma lente fixa de grande abertura, a 50mm f/1.8 que é a lente mais barata e versátil que você pode ter, pois tem uma grande variedade de abertura na mesma lente. No início a questão dela não ter zoom pode parecer estranho, mas com o tempo aprendemos que quem faz o zoom é o fotógrafo (na maioria das vezes).
Também é uma questão da necessidade que você sentir. Quando comprei minha câmera, consegui usar por um bom tempo somente a lente do kit (até hoje uso), depois comecei a perceber certa dificuldade em fotografar quando havia luz mas nem tanto ou a noite sem flash e comprei a lente 50mm f/1.8, hoje já sinto falta de uma grande angular, mas elas são mais caras e estou juntando um dinheirinho pra isso, e assim vai.
Espero que tenha ajudado! Qualquer dúvida deixem um comentário que tento ajudar!
por Lomogracinha
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Esse foi o post que eu "surrupiei" no Lomogracinha, segue lá o blog que têm muitas coisas boas...E para dar um peso maior nesse post eu trago novamente os caras do audiovizuando com um video muito foda falando sobre lentes...logo logo posto mais coisas sobre lentes aqui...abraços
Bom iniciei minha pesquisa como alguém que está aprendendo equipamentos e então, localizei um post do blog lomogracinha que é muito 10, e explica direitinho sobre esse assunto.
::::::::::::::::::::::::::::::::
Foto de Stopkidding
Primeiro, as lentes também são conhecidas como objetivas, então não se assuste quando ler esse termo. ;) Segundo, tente pensar que a lente é o mais importante do seu equipamento fotográfico, o corpo da câmera sempre vamos trocar ou ficará obsoleto, lentes quando bem cuidadas duram a vida toda e são elas que fazem o efeito, o zoom, o desfoque que você pretende dar na sua foto.
Agora precisamos entender as medidas e tipos de lentes:
Os mm são a distância focal da sua lente, é a medida que define o quanto você consegue “ver” a partir de uma lente. Eu só consegui entender bem como funcionava essa medida quando me disseram que a lente de 50mm é a mais parecida com o olhar humano. Ou seja, quando você olha uma cena, ela está “cortada” certo? Você só consegue ver até certo corte e não 360º por exemplo, as lentes funcionam do mesmo jeito.
A lente de 50mm é um pouco fechada, já a lente de 8mm é bem aberta. Isso quer dizer: quanto maior o valor, mais fechada, e menor o valor, mais aberta, mais conseguimos enxergar da mesma cena.
As distâncias focais ainda são divididas em alguns termos:
- Grandes angulares são as lentes com distância focal de até 50mm, são bem abertas e boas para paisagem, ambientes, etc, pois elas conseguem “pegar tudo”, dependendo da lente, distorce as bordas, como a Fisheye, por exemplo.
- As teleobjetivas vão de 50mm até 200mm, são mais fechadas, ou seja, boas para fazer fotos de assuntos que estão longe-mas-nem-tanto (como em fotos de esporte, por exemplo, os fotógrafos costumam usar lentes de 135mm a 300mm). Também são usadas para fazer retratos, pois têm uma menor profundidade de campo (que nada mais é um efeito que descreve até quanto os assuntos de uma foto parecem nítidos ou não).
- Super Teleobjetivas são as que têm mais de 200mm, usadas para fotografar assuntos que estão muito-muito-muito longe, como a lua. Os paparazzi usam, por exemplo, para fotografar as celebridades.
Em algumas lentes são marcados dois valores, como na famosa lente do kit, a 18-55mm. Isso quer dizer que na menor distância focal (18mm) a abertura será f/3.5 e na maior distância focal (55mm), será f/5.6.
Já a menor abertura da lente geralmente é f/22, isso é quase regra pra todas as lentes, quer dizer que qualquer uma que você tiver consegue fechar bastante e ser bem escura.
Bem, aqui vou falar das lentes claras e escuras. As lentes claras têm abertura máxima entre f/1.4 e f/2.8, são boas para fotos com pouca iluminação e desfocam bem o fundo. Podem reparar que quanto maior a abertura da lente, mais desfocado seu fundo ficará, isso acontece porque entra mais luz na lente e acaba afetando a nitidez entre os planos principal e segundo plano (ou seja, seu assunto principal e o fundo dele). Pense naqueles exames chatos de vista, quando o colírio é pingado no olho e a vista dilatada, não vemos tudo embaçado? Isso é porque entra mais luz no nosso olho e não conseguimos ver tudo focado.
Preste atenção na diferença entre os fundos das duas fotos
As lentes consideradas escuras tem uma abertura acima de f/5.6, são boas para uma grande profundidade de campo (todos os objetos estão nítidos) e quando você não precisa se preocupar com a quantidade de luz.
E afinal, qual lente devo comprar?
Foto de Luke Photographer
Pra falar a verdade, qualquer lente consegue ser escura, mas nem todas são claras. De início, eu recomendaria a lente do kit (apesar do preconceito, dá pra aprender bastante com ela) e uma lente fixa de grande abertura, a 50mm f/1.8 que é a lente mais barata e versátil que você pode ter, pois tem uma grande variedade de abertura na mesma lente. No início a questão dela não ter zoom pode parecer estranho, mas com o tempo aprendemos que quem faz o zoom é o fotógrafo (na maioria das vezes).
Também é uma questão da necessidade que você sentir. Quando comprei minha câmera, consegui usar por um bom tempo somente a lente do kit (até hoje uso), depois comecei a perceber certa dificuldade em fotografar quando havia luz mas nem tanto ou a noite sem flash e comprei a lente 50mm f/1.8, hoje já sinto falta de uma grande angular, mas elas são mais caras e estou juntando um dinheirinho pra isso, e assim vai.
Espero que tenha ajudado! Qualquer dúvida deixem um comentário que tento ajudar!
por Lomogracinha
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Esse foi o post que eu "surrupiei" no Lomogracinha, segue lá o blog que têm muitas coisas boas...E para dar um peso maior nesse post eu trago novamente os caras do audiovizuando com um video muito foda falando sobre lentes...logo logo posto mais coisas sobre lentes aqui...abraços
3 de janeiro de 2014
Edição - Como organizar o seu projeto - Parte I : Audiovizuando WORKFLOW
Aí galera, correria total, então apenas para atualizar um vídeo show que pode te ajudar você no seu dia-dia de profissional Áudio Visual. Assim que eu chegar em São Paulo de volta eu atualizo o blog novamente...abraços!
2 de janeiro de 2014
MAKING OF - TÁXI - PORTA DOS FUNDOS
Aí pessoal, está no ar o making of do vídeo de hoje da galera do Portas do Fundos.
"Vou de Táxi", single lançado em 1988 pela então novata Angélica, foi um sucesso nas paradas musicais. A loira interpretava uma menina que pegava táxi pra matar aula e encontrar o seu namoradinho. O tempo passou, Angélica cresceu, casou com um cara rico e, muito provavelmente, não anda mais de táxi. Por isso, Angélica não sabe o que é pegar taxista tarado, maluco, carente, bêbado, que escolhe corrida e, muito menos, não sabe o que é chegar numa rodoviária ou aeroporto lotado e cruzar com aquela pentelha da cooperativa.
Abraços
Di Scapino
"Vou de Táxi", single lançado em 1988 pela então novata Angélica, foi um sucesso nas paradas musicais. A loira interpretava uma menina que pegava táxi pra matar aula e encontrar o seu namoradinho. O tempo passou, Angélica cresceu, casou com um cara rico e, muito provavelmente, não anda mais de táxi. Por isso, Angélica não sabe o que é pegar taxista tarado, maluco, carente, bêbado, que escolhe corrida e, muito menos, não sabe o que é chegar numa rodoviária ou aeroporto lotado e cruzar com aquela pentelha da cooperativa.
Abraços
Di Scapino
Canon T3i - Será que rola trabalhar com ela? Será que ela é a melhor opção para começar?
Bom pessoal, antes da virada resolvi comprar mais uma câmera para o meu kit. E como a maioria das câmeras que trabalho são a T3i resolvi escrever algo sobre ela.
É claro que agora temos a t4i, t5i, 60d e 70d... Que são conhecidas como câmeras de entrada para dos video makers de plantão. E Apesar de eu vir do vídeo, e a pouco mais de dois anos estar trabalhando praticamente cem porcento com câmeras fotográficas que filmam, onde muda bastante vários conceitos, no qual pretendo ir abordando no decorrer desse ano. Apesar de existir muitas câmeras de entrada, até melhores que a T3i, ela na minha opinião, não perde para nenhuma das outras citadas, sem falar do custo benefício e é claro desde que se respeite as limitações dela.
Hoje somente o corpo dela na Santa ifigênia aqui em São Paulo, está custando R$ 1.500,00 reais, em um box chamado ambler foto e vídeo, futuramente posto aqui maiores dados sobre essa loja. O mais legal é que ela vêm na caixa, zerada, e com uma ano de garantia pela loja. Com uma lente canon 50mm 1.8, paguei r$ 1.800,00. Pensando nesses equipamentos para filmar, sempre escolher lentes claras, devido a isso a 50mm 1.8.
O vídeo a seguir ilustra um pouquinho dessa belezura que é a Canon T3i 600D.
Unboxing e Review - Canon T3i
Segue o manual em português para download:
Eu aconselho a utilização de carões Scandisk classe 10. R$ 120,00 reais 32gb.
Video Manual - Canon T3i
Os dois vídeos acima trataram sobre coisas especificas da T3i, a seguir são algumas conversas e curiosidades sobre esse equipamento, show de bola.
Tem quem diz que a T4i é melhor que a T3i, tudo é uma questão de saber o que você quer...por isso escolhi o vídeo a seguir, onde uma T3i é colocada, com as mesmas configurações da t4i uma ao lado da outra, e olhem qual das duas teve o melhor desempenho.
A T4i possui um processador diferente da T3i, pois com a nova função de tolt screen, "foco automático",que é ridículo. Ela precisa processar muito mais informações. Porém para vídeo você não sente tanta falta desses elementos, nesse ponto acredito que elas ficam no zero a zero, pois são recursos que na minha opinião não fazem diferença alguma no trabalho final. O que eu acredito que realmente difere esses dois equipamentos, que como o processador da t4i é melhor ela te dá a capacidade de gravar mais tempo continuo que a t3i. Porém o que altera é apenas o tempo do rec, que na minha opinião, trabalhando com duas ou três câmeras, não fará diferença alguma.
Já a T3i, têm um processamento de imagem melhor que a T4i, visto nitidamente no vídeo anterior. Tudo isso são apenas detalhes...pois as duas são ótimas para se trabalhar.
Bom galera acredito que essa câmerinha é muito show de bola para se trabalhar, é claro tudo que você for fazer, independente do equipamento, você têm que saber as limitações do equipamento,e as suas limitações técnicas. Escolhi o vídeo abaixo para ilustrar um pouco melhor o trabalho final feita com essa câmera, que na minha opinião é a melhor câmera de entrada para qualquer vídeo maker, visando custo beneficio somado com alta qualidade.
Making Of LookBook Djezzy – Canon T3i
Making of captado em um dia, por Rodrigo Maia, no Palácio da Aclamação, em Salvador – Bahia, para a produtora Macaco Gordo
Imagens e Edição: Rodrigo Maia
Camera: Canon T3i e GoPro
Lentes:
- Canon 70-200mm f/2.8
- Canon 17-40mm f/4
- Fisheye Rokini 8mm f/3.5
É isso aí galera, esse foi o primeiro post técnico do ano pra vocês, isso é só pra sentirem como eu não estava brincando no meio post de volta, e em breve voltarei com muito mais novidades.
Abraços
Di Scapino
É claro que agora temos a t4i, t5i, 60d e 70d... Que são conhecidas como câmeras de entrada para dos video makers de plantão. E Apesar de eu vir do vídeo, e a pouco mais de dois anos estar trabalhando praticamente cem porcento com câmeras fotográficas que filmam, onde muda bastante vários conceitos, no qual pretendo ir abordando no decorrer desse ano. Apesar de existir muitas câmeras de entrada, até melhores que a T3i, ela na minha opinião, não perde para nenhuma das outras citadas, sem falar do custo benefício e é claro desde que se respeite as limitações dela.
Hoje somente o corpo dela na Santa ifigênia aqui em São Paulo, está custando R$ 1.500,00 reais, em um box chamado ambler foto e vídeo, futuramente posto aqui maiores dados sobre essa loja. O mais legal é que ela vêm na caixa, zerada, e com uma ano de garantia pela loja. Com uma lente canon 50mm 1.8, paguei r$ 1.800,00. Pensando nesses equipamentos para filmar, sempre escolher lentes claras, devido a isso a 50mm 1.8.
O vídeo a seguir ilustra um pouquinho dessa belezura que é a Canon T3i 600D.
Unboxing e Review - Canon T3i
Segue o manual em português para download:
Eu aconselho a utilização de carões Scandisk classe 10. R$ 120,00 reais 32gb.
Video Manual - Canon T3i
Os dois vídeos acima trataram sobre coisas especificas da T3i, a seguir são algumas conversas e curiosidades sobre esse equipamento, show de bola.
Tem quem diz que a T4i é melhor que a T3i, tudo é uma questão de saber o que você quer...por isso escolhi o vídeo a seguir, onde uma T3i é colocada, com as mesmas configurações da t4i uma ao lado da outra, e olhem qual das duas teve o melhor desempenho.
A T4i possui um processador diferente da T3i, pois com a nova função de tolt screen, "foco automático",que é ridículo. Ela precisa processar muito mais informações. Porém para vídeo você não sente tanta falta desses elementos, nesse ponto acredito que elas ficam no zero a zero, pois são recursos que na minha opinião não fazem diferença alguma no trabalho final. O que eu acredito que realmente difere esses dois equipamentos, que como o processador da t4i é melhor ela te dá a capacidade de gravar mais tempo continuo que a t3i. Porém o que altera é apenas o tempo do rec, que na minha opinião, trabalhando com duas ou três câmeras, não fará diferença alguma.
Já a T3i, têm um processamento de imagem melhor que a T4i, visto nitidamente no vídeo anterior. Tudo isso são apenas detalhes...pois as duas são ótimas para se trabalhar.
Bom galera acredito que essa câmerinha é muito show de bola para se trabalhar, é claro tudo que você for fazer, independente do equipamento, você têm que saber as limitações do equipamento,e as suas limitações técnicas. Escolhi o vídeo abaixo para ilustrar um pouco melhor o trabalho final feita com essa câmera, que na minha opinião é a melhor câmera de entrada para qualquer vídeo maker, visando custo beneficio somado com alta qualidade.
Making Of LookBook Djezzy – Canon T3i
Making of captado em um dia, por Rodrigo Maia, no Palácio da Aclamação, em Salvador – Bahia, para a produtora Macaco Gordo
Imagens e Edição: Rodrigo Maia
Camera: Canon T3i e GoPro
Lentes:
- Canon 70-200mm f/2.8
- Canon 17-40mm f/4
- Fisheye Rokini 8mm f/3.5
É isso aí galera, esse foi o primeiro post técnico do ano pra vocês, isso é só pra sentirem como eu não estava brincando no meio post de volta, e em breve voltarei com muito mais novidades.
Abraços
Di Scapino
Making Of - Porta dos Fundos - Vídeo Fã
Fala galera, estamos aí de volta para o primeiro post do ano de 2014. Como eu disse no ultimo post, acredito que esse ano serei fiel as informações colocadas aqui no blog. Tentarei ter uma frequência diária, mesmo sabendo que na nossa área a correria é quase todos os dia...
Porta dos fundos, making of do ultimo vídeo, com a Ivete Sangalo.
Fãs são capazes de quase todo tipo de coisa. Tatuar o Luan Santana na pélvis, transar com o Totoro, atirar no John Lennon, fazer plástica pra parecer o Totoro, invadir o quarto de hotel do Justin Bieber, jogar calcinha pro Totoro, entre outras coisas (todas envolvendo o Totoro). Só tem uma coisa todo e qualquer fã nasce sem saber fazer: tirar a porra de uma foto.
Porta dos fundos, making of do ultimo vídeo, com a Ivete Sangalo.
Fãs são capazes de quase todo tipo de coisa. Tatuar o Luan Santana na pélvis, transar com o Totoro, atirar no John Lennon, fazer plástica pra parecer o Totoro, invadir o quarto de hotel do Justin Bieber, jogar calcinha pro Totoro, entre outras coisas (todas envolvendo o Totoro). Só tem uma coisa todo e qualquer fã nasce sem saber fazer: tirar a porra de uma foto.
27 de dezembro de 2013
Por onde começar? | Audiovizuando
Você que está aí procurando boas referências para seu estudo dentro do universo do Áudio visual, com certeza utiliza-se da internet para suas pesquisas.
Acredito que o mais difícil é seguir uma linha correta pesquisas dentro do seu estudo autodidata.
Nesse sentido vou tentar sempre apresentar material de qualidade aqui para facilitar em suas pesquisas.
E para começar, apresento aqui um canal de uma galera que eu já conhecia de vista de eventos de internet por aí, mas não sabia que faziam um trabalho tão legal dentro do universo da fotografia em movimento.
Audiovizuando é o canal de Américo Fazio, Carol Thomé, Duca Mendes e Marcelo Magalhães, no qual dão dicas, fazem reviews de câmeras, tutoriais e apresentam produções realizadas pela produtora deles. Tudo de uma forma bem descontraída e engraçada, sem perder a qualidade e nem o conteúdo das informações que trazem.
Espero que você curta os vídeos e aprenda muito com eles...
Pretendo postar aqui sempre que houver uma atualização do canal dos caras, e vou postar vídeos antigos dos caras aqui também.
Fica a dica então.
Acredito que o mais difícil é seguir uma linha correta pesquisas dentro do seu estudo autodidata.
Nesse sentido vou tentar sempre apresentar material de qualidade aqui para facilitar em suas pesquisas.
E para começar, apresento aqui um canal de uma galera que eu já conhecia de vista de eventos de internet por aí, mas não sabia que faziam um trabalho tão legal dentro do universo da fotografia em movimento.
Audiovizuando é o canal de Américo Fazio, Carol Thomé, Duca Mendes e Marcelo Magalhães, no qual dão dicas, fazem reviews de câmeras, tutoriais e apresentam produções realizadas pela produtora deles. Tudo de uma forma bem descontraída e engraçada, sem perder a qualidade e nem o conteúdo das informações que trazem.
Espero que você curta os vídeos e aprenda muito com eles...
Pretendo postar aqui sempre que houver uma atualização do canal dos caras, e vou postar vídeos antigos dos caras aqui também.
Fica a dica então.
Ano novo - Coisas Novas | Que 2014 seja um ano prospero!
É isso ai, quase dois anos sem escrever aqui....
Estava tocando outros projetos pessoais, amadurecendo o conhecimento, buscando novas referências, e acredito que agora volto em uma nova fase e com outro olhar, e muito mais propriedade pra falar do assunto.
Quando dei início a esse blog estava começando minha carreira na área de vídeo, utilizei desse canal como uma forma de incentivo ao estudo, e poder compartilhar coisas que eu ia aprendendo no dia-dia do curso de operador de câmera do senac. Aqui pude pesquisar, compartilhar e fazer novas amizades.
Comecei aqui também, com o surgimento das DSLR um estudo sobre essa nova tendência que no início muitos cinegrafistas condenavam. E o que descobri nesses quase três anos trabalhando diretamente com esse tipo de equipamento. Foi uma aproximação natural da publicidade e do cinema.
Ano que vêm volto a estudar, dessa vez um pouco mais profundamente o cinema.
Irei fazer um curso de direção de fotografia que têm a duração de um ano.
E assim como fiz lá no começo de minha carreira na área, pretendo compartilhar aqui o que for aprendendo...sobre segredos de lente, luz, paletas de cores...etc.
Além disso, vou voltar a colocar matérias e vídeos sobre a área. Espero que você curta esse meu espaço, que também faço dele...seu.
Seja bem vindo novamente.
Grande Abraço.
Diogo Scapino
Estava tocando outros projetos pessoais, amadurecendo o conhecimento, buscando novas referências, e acredito que agora volto em uma nova fase e com outro olhar, e muito mais propriedade pra falar do assunto.
Quando dei início a esse blog estava começando minha carreira na área de vídeo, utilizei desse canal como uma forma de incentivo ao estudo, e poder compartilhar coisas que eu ia aprendendo no dia-dia do curso de operador de câmera do senac. Aqui pude pesquisar, compartilhar e fazer novas amizades.
Comecei aqui também, com o surgimento das DSLR um estudo sobre essa nova tendência que no início muitos cinegrafistas condenavam. E o que descobri nesses quase três anos trabalhando diretamente com esse tipo de equipamento. Foi uma aproximação natural da publicidade e do cinema.
Ano que vêm volto a estudar, dessa vez um pouco mais profundamente o cinema.
Irei fazer um curso de direção de fotografia que têm a duração de um ano.
E assim como fiz lá no começo de minha carreira na área, pretendo compartilhar aqui o que for aprendendo...sobre segredos de lente, luz, paletas de cores...etc.
Além disso, vou voltar a colocar matérias e vídeos sobre a área. Espero que você curta esse meu espaço, que também faço dele...seu.
Seja bem vindo novamente.
Grande Abraço.
Diogo Scapino
1 de abril de 2011
KIT DSLR - Montagem no ombro + matte box + foco externo
Fala galera!!!
Fuçando na net achei esse maravilhoso kit que poderá mudar a vida de muitos cinegrafistas por ai....espero que gostem.
KIT DSLR - Montagem no ombro + matte box + foco externo

Vendo a necessidade de Canon 5D Mark II, Nikon D90 e 7D, Rebel T2i, Panasonic GH2, gh1/gh2 lumix usuário, temos especialmente concebido um completo pacote novo de PROAIM montagem no ombro + Follow Focus + pára-sol para usuários de DSLR. Este kit atende não apenas a exigência de usuários DSLR, mas também fazê-los sentir muito profissional e confiante para produzir um vídeo de alta qualidade com este kit foco. Este kit PROAIM é flexível permitindo que os usuários de equipamentos projetados para trabalhar DSLR independetly e ser mais preciso e eficiente
A câmera pode ser montada sobre o ombro de montagem do sistema ferroviário mais perto do olho ou mais longe dos olhos conforme a conveniência do usuário como o abaixo imagens .
Mais perto de olho
Saiba mais e onde comprar clicando aqui
Assinar:
Postagens (Atom)









